Mostrando postagens com marcador Comportamento felino. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Comportamento felino. Mostrar todas as postagens

06 abril 2013

19

Cães e gatos podem estranhar mudanças de ambientes; saiba o que fazer

Ana e Verônica precisaram criar estratégias para que os animais se adaptassem ao novo ambiente. (Foto: Bernardo Dantas/DP/D.A Press)

Mudar-se para uma casa nova é sempre complicado. Se integrar a um novo lar pode ser um desafio para qualquer família, mas a situação se agrava quando há um animal doméstico envolvido na mudança. Os problemas de adaptação podem levar os bichinhos a rejeitarem o local novo ou a desaprender velhos hábitos ensinados pelos tutores. Ter paciência e cuidado é essencial para que a transição ocorra de forma mais tranquila para os animais.
Raquel Quirino, do Departamento de Morfologia e Fisiologia Animal (DFMA) da Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE), explica que a adaptação pode ser complicada para gatos e cachorros. “Com gatos, depende muito da personalidade deles. Se o seu gato for um daqueles que se escondem quando chega uma pessoa estranha na casa, vai ser mais difícil”. Ela conta que é da natureza do animal ser bastante territorialista e, por isso, ter dificuldades a se adaptar a novos lugares. “Já com o cachorro pode ser mais fácil, já que o animal é mais ligado às pessoas do que ao local”. Se a família se mudar junto e a nova casa não for muito diferente da anterior, para os cães a mudança pode ocorrer sem muito stress.
Para aliviar a dificuldade dos felinos que não conseguem se adaptar a ambientes estranhos, uma dica é levar objetos familiares ao animal para a nova casa. “Um lugar novo representa uma ameaça ao animal, portanto eles ficam mais ariscos, agressivos. Trazer um cheiro que o gato já conheça ajuda na adaptação”, ressalta a professora da UFRPE. É preciso ficar de olho nos gatinhos, que podem perder o apetite por conta da agonia da mudança. Evitar grande movimentação de pessoas novas na casa e liberar os espaços da casa para o gato gradualmente, ir fazendo o reconhecimento de um cômodo por vez, pode ajudar a fazer o animal a se sentir menos nervoso. “Temos que lembrar que os animais podem ter o ímpeto de fugir, de voltar pra o lugar anterior, então colocar telas de proteção no lar novo pode evitar que isso aconteça”.
Já os cachorros podem perder suas referências anteriores e precisam de tempo para reconhecer o espaço. Se o ambiente for muito diferente do anterior – de uma casa com grande quintal para um apartamento pequeno e fechado, por exemplo – o animal pode sofrer. “Se o cão é acostumado a ter uma área grande e livre, vai ser difícil se mudar pra um lugar pequeno. O tutor precisa se comprometer a sair pra passear com ele diversas vezes por dias. Se isso não acontecer, o animal pode passar a focalizar sua energia para danificar, destruir coisas e fazer sujeira, por exemplo. Sua personalidade também pode mudar nesses casos”, afirma Raquel Quirino. Velhos hábitos também podem ser esquecidos com a mudança. “Para cães, é preciso um processo de reeducação do local do sono e de suas necessidades. Para os gatos essa parte pode ser mais simples, se ele for, por exemplo, acostumado a utilizar a caixa de areia. Daí é só levá-la ao novo local”.
Ana Melo, moradora do Recife, passou por um desses casos dificultosos. “Eu tinha um gato e minha companheira uma cadelinha. Decidimos morar juntas e eu fui com meu gato para a casa delas. No início foi bem complicado, ele não encontrava lugar, pois o território era completamente dominado pela cadela. Aos poucos fomos respeitando o espaço que ele encontrou… a área de serviço”. Já que o gato se sentia ameaçado em transitar pela casa, ela conta que evitava deixar muitos objetos no quarto e na área de serviço, para que ele se sentisse mais a vontade.
Depois, ao se mudarem para um novo apartamento, Ana e Verônica Ferreora, já familiarizadas com a dificuldade de adaptação, utilizaram uma técnica para reduzir essa separação de território. “Levamos o gato primeiro ao apartamento e a cadelinha depois. Assim ele iria conhecer o lugar, demarcar e se sentir mais seguro. Deu certo! Hoje tanto o gato quando a cadelinha circulam bem no ambiente e dividem o mesmo espaço, mas cada um ainda tem seus lugares preferidos que o outro não chega muito perto”. Quando questionada sobre uma fórmula que pode ajudar a mudança ser menos problemática, Ana sintetiza as dicas que deram certo para ela. “Com a gente funcionou tentar entender a personalidade de cada um dos animais e tentar respeitar dentro das possibilidades do imóvel, do ambiente e também da disposição dos tutores”.

22 janeiro 2013

5

Gatos imitam hábitos dos donos

Crédito da foto: flickr.com/gattomimmo

Depois dizem que só cachorro se apega ao dono – e os amantes de gato dizem que isso é a maior balela do mundo. E eles estão certos.  Tanto se apegam (e observam) que imitam os hábitos dos donos. Ainda mais se saírem pouco de casa: quanto mais caseiro, mais parecido com o dono.
Quem desconfiou das semelhanças foi um grupo de pesquisadores da Universidade de Messina, na Itália. Eles analisaram o comportamento de 10 gatos. Cinco deles viviam numa casa pequena, mais perto dos donos. Já os outros gatos eram mais independentes, moravam em lugares grandes e passavam a noite fora de casa.
Aí eles observaram as rotinas dos donos: horários de almoço, jantar, quanto comiam, e que horas costumavam dormir e acordar. E compararam com as manias dos felinos. Segundo a pesquisa, os mais independentes não pareciam se importar muito com o dia-a-dia das pessoas. Mas quem vivia mais perto dos donos seguia quase a mesma rotina. Dormiam e comiam nos mesmos horários – e até engordavam junto com os donos.
“Os gatos observam e aprendem com a gente, notam os padrões das nossas ações”, explica a pesquisadora Jane Brunt. “É sempre interessante quando ouço história de gatos que usam a caixinha de areia quando os donos vão ao banheiro”. Bonitinhos, não?


17 dezembro 2012

0

Animais entediados: saiba como identificar e tratar


17 de dezembro de 2012 às 12:00


Agressividade, latido em excesso, apego exagerado ao tutor, destruição de objetos e automutilação são alguns dos sintomas dos animais entediados. Se o seu animal não apresentava estes sinais e passou a ser assim, a mudança de comportamento pode ser sinal de ócio. Veja o que é necessário fazer ao perceber distúrbios no comportamento no seu animal.
A ociosidade, principal causa do tédio, deve ser evitada. Quando entediado, tanto o gato como o cachorro acabam liberando seu estresse nos objetos ou nas pessoas. “O animal pode se tornar agressivo com o próprio tutor ou outros animais. É preciso mudança na rotina e no ambiente além de tratamento medicamentoso”, explica a veterinária e professora da Universidade Federal Rural de Pernambuco, Roseana Diniz.
O advogado João Marcelo Guerra, 30 anos, percebeu que quando seu cão Cheetos, um shitzu de dois anos e meio, começou a praticar exercícios no parque canino Woods Nook, ficou menos agitado e bem mais dócil. “Quem tem cachorro em casa é obrigado a deixá-lo muito sozinho e parado. Quando começou praticar, além de ficar menos ocioso, a saúde e a socialização com outros cães melhoraram bastante”, afirma. O cãozinho, além disso, caminha com o tutor duas vezes por dia.

22 novembro 2012

0

Comportamento felino

Uma gata amamentando seus filhotes.

temperamento dos filhotes varia conforme a ninhada e a socialização. Os gatos de pelo curto tendem a ser mais magros e fisicamente mais ativos, enquanto os gatos de pelo comprido tendem a ser mais pesados e letárgicos. Entretanto, a maioria dos gatos partilha um mesmo comportamento: são extremamente curiosos. Não é por acaso que existe um dito popular que diz "A curiosidade matou o gato". Quando abandonados em áreas remotas, distante da sociedade humana, filhotes de gatos podem converter-se ao meio de vida selvagem, passando a caçar pequenos animais para sobreviver. A expectativa de vida de um gato de rua é de apenas três anos. Já um gato que seja cuidado por humanos pode superar os 20 anos de idade. O gato no estado selvagem é um animal muito social, chegando a estabelecer colônias mais ou menos hierarquizadas. Possui um instinto natural de caça. Mesmo quando domesticados, os machos tendem a marcar o seu território com urina. Os gatos possuem um cérebro bastante evoluído, sendo capazes de sentir emoções. Podem sofrer diversos distúrbios psicológicos, tais como estresse e depressão. Assim como um ser humano, quando estressados, tendem a ter um comportamento neurótico.
Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...
Layout: Meus Gatos minha vida | Todos os direitos reservados ©2014